Motoristas de Nova Esperança ignoram placas e fazem retorno em local proibido

A existência de dois semáforos instalados no entroncamento das avenidas Felipe Camarão e Rocha Pombo de Nova Esperança, num trecho crítico que abrange 04 confluências movimentadas e as placas de proibido retornar não estão sendo suficientes para coibir uma prática que já causou vários acidentes no local.

A inobservância da placa de proibido fazer a conversão para quem desce pela Felipe Camarão ou sobe da Rocha Pombo, retornando à esquerda está causando confusão e risco de acidentes no trecho, já que, com o sinal liberado do outro lado da pista, qualquer vacilo pode resultar em colisão na certa.

Tanto aumento constante e cada vez mais intenso na frota dos veículos que circulam pela cidade quanto crescente movimento nas ruas e avenidas próximas à prefeitura, por conta também da instalação de um novo supermercado na região, estão entre fatores que estão contribuíram para o acréscimo de veículos circulantes no trânsito daquele local, com fluxo constante e intenso.

Os desrespeitos às placas de sinalização apontam para um grave perigo de acidentes. Em pouco mais de 30 minutos em que a reportagem esteve no local, foi possível flagrar vários motoristas fazendo a conversão no trecho proibido. Devido ao número de colisões e os frequentes engarrafamentos que havia no local, foi oportuna a sinalização no local.

Cabe aos motoristas se adaptarem às mudanças e respeitarem as regras de trânsito. De acordo com um morador que pediu pra não ser identificado, “de cada 10 carros, seguramente metade faz a conversão proibida”.

REGRAS

As regras de trânsito dizem que nos locais permitidos, para fazer uma conversão à esquerda ou um retorno, aguarde uma oportunidade segura no acostamento. Ali nas esquinas da Felipe Camarão com a Rocha Pombo o trecho não permite isto, pois há uma placa proibindo a conversão à esquerda. Outro péssimo hábito de alguns motoristas é o de parar seus veículos nos cruzamentos, bloqueando a passagem de outros carros. Nas ruas e avenidas a cena também é bastante comum.

Fonte: Alexandre Fernandes França

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