Junior da Femac, o prefeito de Apucarana, enalteceu o letreiro que foi instalado no Parque do Jaboti, e que está atraíndo muita gente pra lá afim de fazer “selfies” e promover o nome da cidade ao turismo.

“EU AMO MUITO APUCARANA – São 75 anos de história de uma cidade construída com muita garra, muita luta e muito amor. Obrigado aos nossos pioneiros e pioneiras pela persistência. Obrigado a cada um que nos ajuda a construir nossa Apucarana todos os dias.
Obrigado Tom, Sr Jaime Gonçalves e a equipe da prefeitura por fazer este espaço onde todos podemos demonstrar nosso amor por Apucarana. Deus está no comando. Vamos em frente!” – Escreveu o prefeito nas sua rede social.

Agradando alguns e não agradando a outros, o certo é que o letreiro “Eu amo Apucarana” instalado no Parque do Jaboti atrai muita gente que está fazendo da imagem sua capa de rede social, o que promove a cidade ao circuito turístico da região.

Apucarana é um município localizado no centro-norte do estado do Paraná, no Brasil. Distante 369 quilômetros da capital do estado, Curitiba, é conhecida como “Cidade Alta” e reconhecida como capital nacional do boné. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 133.726 habitantes, sendo a décima-primeira cidade mais populosa do Paraná.

Apucarana - Foto: Sidney Gauss
Apucarana – Foto: Sidney Gauss

A região onde localiza-se Apucarana foi colonizada pela Companhia Inglesa de Terras Norte do Paraná, a exemplo de Londrina e Maringá. Os colonizadores teriam chegado por volta de 1930. No ano de 1938, Apucarana foi elevada à categoria de vila. Em 28 de janeiro de 1944, Apucarana foi elevada a município sendo desmembrada do munícipio de Londrina. Seu primeiro prefeito foi o coronel Luís José dos Santos.

Em função do sucesso econômico dos anos 1940 a 1970, obtido graças aos ciclos madeireiro, cafeeiro e da atividade comercial cerealista, a cidade rapidamente se tornou um centro comercial dinâmico, referência de serviços e comércio de bens de todo o vale do Ivaí (na época, uma próspera região agrícola) e dotada de uma ampla rede bancária. A base econômica do desbravamento foi a atividade madeireira, que representou o berço da atividade industrial da cidade e abriu espaço para a agricultura. O rápido crescimento se deu pela migração, de paulistas em sua maioria, porém com contingentes ainda importantes de mineiros e baianos. Também foi muito significativa a imigração de portugueses, ucranianos, poloneses, alemães e japoneses.

Ao momento em que entrava em declínio gradual a exploração da madeira, se instalou a cafeicultura e o rico comércio de grãos, fomentado estrategicamente pelas facilidades logísticas da cidade, um entroncamento rodoviário e férreo, convergindo o transporte da produção agrícola de todo o norte do Paraná para os canais exportadores de Santos e depois Paranaguá. Com a Rodovia do Café que ligava Apucarana à capital do estado do Paraná, Curitiba, inaugurada pelo então governador Ney Braga, a cidade ligou-se ao governo central, possuindo inclusive forte representação política através de dois deputados estaduais locais, Marino Pereira e João Antonio Braga Côrtes. Em meados dos anos 1970, Apucarana contava com uma emissora de televisão, dois cinemas (uma sala de grande porte), sete hospitais ou clínicas, duas emissoras de rádio, dois jornais, uma instituição de ensino superior, uma de ensino técnico, três escolas privadas de ensino médio e ao menos duas públicas também de ensino médio. Chegou a contar com voos diretos semanais para São Paulo nos anos 1960.

Mesmo com o declínio após a ciclo de geadas dos anos 1960 e 1970, o café ainda é um importante produto agrícola da região, sendo ainda o que mais gera renda na atividade agrícola do município.Apucarana

Com uma área menos expressiva que em outros municípios, que fosse adequada para o plantio, mesmo assim a soja ocupa um lugar de destaque na agricultura, sendo apenas lentamente superada pelo milho em anos recentes. O feijão, por ser cultura de rápido desenvolvimento, é plantado em alternância com as demais culturas.

Cidade de destaque nacional como polo na área de brindes, principalmente na fabricação de bonés, que gera milhares de empregos. Centro de Produção e Industrialização de derivados de milho que abastece diversas cidades do país. Centro de industrialização de couro que gera milhares de empregos, diretos e indiretos e têm seus produtos exportados para diversos países, responsável pela quase totalidade da exportação desse produto pelo Paraná e por 3% do total brasileiro.

Direto da Redação

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