Febre do momento nas redes sociais, aplicativo que projeta o rosto futuro, com marcas de envelhecimento compartilha informações pessoais com a desenvolvedora russa Wireless Lab.

Não se trata de roubo de dados porque a autorização é dada quando o usuário aceita os termos de uso. Está escrito, mas é sempre bom ficar atento. O que parece uma simples brincadeira de se ver como um vovô, ou bem mais jovem, revela situações atuais e reais, como imagens e histórico de navegação na internet.

O FaceApp coleta também informações de login e identifica o IP da máquina, que é como um CEP localizador do endereço onde a ferramenta foi acionada. Sabe até qual navegador foi usado.

Parte das informações, como cookies – também previsto nos termos de uso – são compartilhadas com anunciantes.

Por esses recursos, é possível monitorar o comportamento online, identificar o tipo de aparelho usado e os conteúdos acessados pelo internauta. O termo de uso prevê, ainda, o compartilhamento com empresas-irmãs e a transferência dos dados coletados no caso de venda do app.

Segundo o FaceApp, o conteúdo é armazenado em servidores nos Estados Unidos. O país não tem uma lei específica de proteção de dados, como na União Europeia e a recentemente sancionada no Brasil.

Fonte: Agência Rádio 2

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